12.9.11

Seja na Madeira, seja em que sítio de Portugal for, não admito que o dinheiro dos meus impostos patrocine templos de qualquer que seja a religião!
Quem acreditar nessa coisas e as pretenda praticar, que pague para isso, caralho!
É assim tão difícil de compreender?

6.9.11

Li, ontem, já não recordo em que órgão da imprensa, que um instituto angolano solicitava apoio através da entrega de livros usados ou, em alternativa, o envio de um cheque. Isto para que as crianças angolanas beneficiem da leitura. Parece que lá só existem diamantes, petróleo e cleptomaníacos. Livros, nem vê-los...
Mas como é?! Um país riquíssimo e que já não tem a desculpa da guerra, não dispõe de verba para proporcionar livros às crianças?
E que tal pedirem ao presidente, à filha ou aos amigos de ambos, que dominam o país?
É que quem tem rios de dinheiro para comprar posições na banca, no sector energético, petrolífero e etc em diversos países...
Ah, é dinheiro roubado?
Paciência. Nós, portugueses, também somos roubados pela classe política e seus caudilhos da finança e não dispomos de uma décima parte dos recursos angolanos!

5.9.11

Hoje não escrevo sobre futilidades tais como a situação do país.
Ando ocupado a promover, juntamente com a câmara municipal e associações locais, bem como parolos famosos, um prato de línguas-de-gato capaz de vencer as 7 maravilhas do provincianismo rasca...

1.9.11

O povo português não vale uma merda!

O que significa aqui "excessivamente"?
Já para nós, que vivemos do trabalho, não há limites para os excessos!
Se estas merdas não chegam para o indígena sair à rua e pôr esta merda a ferro e fogo, o que será então necessário? Tirar-nos o comer da boca, à hora da refeição, para depois o dar aos porcos de Bruxelas?
Ou só se preocuparão quando não houver refeição?
Até lá, toca a votar alegremente e em força... no rotativismo partidário que nos trouxe até aqui.

Eu votaria, sim, em que levasse tais sanguessugas à guilhotina, mas os portugueses em geral são uma espécie de putas de estrada. Nada a fazer.
Mas como já me deixei dessas merdas de perder tempo a votar em oferta de merda...

Post scriptum:
Para quem não me conhecer, que não se surpreenda com estes textos alinhavados na hora (jamais aqui publicarei o que quer que seja que seja... requentado. Isto é, pensado e depois publicado.
Contem comigo para tudo menos para exercício de lamechice ou de suposta qualidade literária que deixe as pessoas esmagadas por tamanha sapiência redundante, ou coisa que o valha...
Escrever é comunicar ou dizer coisas lindas e que o mundo é belo e as pessoas são maravilhosas e tal e coisa e coisa e tal?
Taxar os rendimentos de capital? Seria uma receita residual.
Reduzir o número de deputados e concomitantemente assessores, secretárias e motoristas? Residual.
Acabar com a contratação externa de serviços jurídicos e outros? Residual.
Extinguir as aberrantes ajudas de custo e despesas de representação? Residual.

A felicidade dos contribuintes?
Residual...